quarta-feira, 20 de junho de 2012

PARÓDIA DA MÚSICA - A VIDA DO VIAJANTE ( LUIZ GONZAGA)


Projeto: O Monsenhor pega carona no vôo da asa Branca
 Educandário: Escola Monsenhor Vicente Bezerra 
Email: monsenhorbezerra@Yahoo.com.br 
Professora: Francisca Moreira de Jesus (Neidinha) 
Gênero: Paródia de Músicas de Luiz Gonzaga 
Redação: alunos da 2º Série A – Ensino Médio 
Dhonnatan, Ingrend, Kécia 



A Vida do Viajante (Luiz Gonzaga) – Paródia 


Minha vida é andar
Por esse sertão 
Lembrando agora do rei do baião
 Por tudo que ele fez 
As coisas que ele falou 
Por onde ele andou
 E as marcas que ele deixou 


Amor, paixão
Ficou no sertão 
Tudo se passa
E só fica a história do Gonzagão 
Lauê.lauê, lauê... (Bis)
 São 100 anos de Gonzagão 


Minha vida é andar 
Por esse sertão
Lembrando agora do Rei do Baião
Por tudo que ele fez 
As coisas que ele falou 
Por onde ele andou 
E as marcas que ele deixou 


Gibão usou 
Sanfona tocou 
Tudo é alegria 
Todo é saudade do Gonzagão 
Lauê, lauê, lauê 
E As lembranças no coração...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

TERCEIRA HEROINA DO MONSENHOR - MARIA TAVARES LEITE GONÇAVES-


                                  Luiz Domingos de Luna (*)


Quando o odor do divino toca o manto do sagrado na construção da massa humana, a flecha do Raio de luz oscila na abóbada do oceano existencial e imanta a probabilidade entre destino ou não, numa escala que ao logo do tempo tem servido de base ou alimento intelectual para os filósofos.
Na Pia batismal da igreja do Sr Menino Deus, pelas mãos sagradas do Padre Francisco Luna Tavares, ingressa na apostólica Romana que teve como primeiro papa São Pedro.

A garotinha sempre a acompanhar seus familiares as solenidades religiosas, numa entrega total de fé, que, com muito jubilo, faz a primeira comunhão com o PE. Luna.

Nascida em Aurora, em festividade alusiva a tal fim, recebe a insígnia sagrada do Apostolado da Oração no cumprimento de fé professada a Santa Igreja de Roma.

Já nascia, como uma chama ardente, no coraçãozinho da menina moça, Maria Tavares Leite Gonçalves, o dom missionário, a ser uma das Heroínas da Escola Monsenhor Vicente Bezerra.

Das primeiras letras ao 2º ano do ensino médio estuda na escola pertencente à paróquia do Senhor Menino Deus na cidade de Aurora no Ceará. Conclui o terceiro ano do ensino médio no Colégio Santa Tereza na linda cidade de Crato, sede de nossa Diocese.

No ano de 1970, na galeria dos formandos, na sede da Universidade Regional do Cariri –URCA, - Crato-Ce, recebe garbosa, com muita simplicidade e humildade o diploma de graduação no magistério.

No passo firme e determinado, vai à missionária da Educação, sempre com o espírito de humanizadora social, educadora por excelência, ao maior Centro de Educação do Ceará, Fortaleza, e lá recebe o certificado do curso de Administração Escolar outorgado pela Universidade Federal do Ceará – UFC.
Fomentadora da cultura, arte e educação retorna a sede de nossa diocese e, com brilhantismo se faz presente aos eleitos ao receber o certificado de Pós Graduação, - Arte e Educação, curso ministrado pela renomada Universidade da Região do Cariri - URCA.

A Missionária da Educação, seguindo sempre as pegadas do mestre é convidada a restaurar o primeiro educandário da educação pública da Rede Oficial de Ensino no Cariri Cearense. Escola Monsenhor Vicente Bezerra – Fundação: {15 de março, 1927}.

Na manhã do dia 15 de março de 1979, a águia da Educação de Aurora – Maria Tavares Leite Gonçalves- rascunha na sua mente majestosa o processo de restauração da Escola Monsenhor Vicente Bezerra; A Saber:
Grandeza Material
a) Restauração da estrutura física com suplementos, salas de aula, banheiros modernos e pátio recreativo a altura da aspiração do povo de Aurora. Conseguiu a primeira linha telefônica da escola, precursora assim, do processo de globalização que viria décadas após, com a Rede Mundial de Computadores.
Grandeza Educacional e Intelectual
a) Criação motriz do Grêmio Estudantil
b) Ampliação e Qualificação, Biblioteca da Escola.
c) Implantação completa do Ensino Fundamental Maior com professores habilitados as disciplinas específicas.
d) Implantação completa do Ensino Médio – Curso Científico- com professores habilitados as disciplinas específicas.

Por tudo isto e muito mais é que, a cidade de Aurora, grata é a 3º heroína do Monsenhor – Maria Tavares Leite Gonçalves, que num gesto de total desprendimento, convida o professor Luiz Domingos de Luna, recém graduado pelo Centro de Formação de Professores – Cajazeiras - PB para lecionar pela primeira vez no educandário as disciplinas de Física, Química e Biologia.

A História da Educação de Aurora se faz com  garra, determinação, visão de futuro, penitência, sofrimento, e, principalmente,  saber construir na dor do momento  o amor  pleno para a libertação das novas gerações a luz da Graça de Deus. Assim, pela grandeza dos fatos, com a força do destino, ou sem a força deste, fica Maria Tavares Leite Gonçalves entronizada na história da Educação de Aurora com a 3º Heroína da Escola Monsenhor Vicente Bezerra.

(*) Professor da Escola Monsenhor Vicente Bezerra, rua Cel. José Leite s/n Araçá – Aurora – Ceará. CEP 63.360.000 TEL (88) 3543.39.03. Email: monsenhorvbezerra@bol.com.br



quarta-feira, 6 de junho de 2012

ÉTICA EVAPORADA

                                       Charles Leite Bezerra*


O ser humano ostenta em sua essência o ato de produzir, pois, o homem é o único animal capaz de criar e desenvolver atividades de forma politicamente organizada, estando apto a suprir necessidades físicas, biológicas e psicológicas.

A criação humana no escopo de saciar suas indigências vai muito além do aspecto puramente material, abrange de modo conciso o universo da imaterialidade, exteriorizado através dos símbolos, valores, idéias e linguagem, dando origem ao fenômeno antropológico denominado cultura.

Nesse sentido, a cultura torna-se o instrumento pelo qual todas as comunidades explanam suas peculiaridades e características, criando, por conseguinte traços culturais identificadores de um determinado grupo étnico.

O poder legislativo no exercício de suas atribuições legais, convicto do valor expressivo deste fenômeno para toda a população, institui na sublime Constituição da República Federativa que, o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.

No entanto, apesar do belo texto constitucional ainda não temos a nível nacional um projeto de desenvolvimento e sustentabilidade cultural.

A cultura popular amarga um incomensurável declínio, basta ver o enfraquecimento gradativo do cordel, reisado, grupos de penitentes, festas juninas, bandas cabaçais, forró pé de serra, cantadores de viola e outras manifestações formadas ao longo do tempo.

Infelizmente, essas riquezas culturais não estão resistindo aos efeitos do dinamismo global, diplomado a aniquilar toda a película revestidora do costume e da tradição.

Cumpre lembrar que, os entes públicos são adjudicados no dever de atuar não apenas no fortalecimento da cultura popular, mas, sobretudo, no impulsionamento da cognominada cultura erudita, a qual se patenteia por meio de práticas artísticas, tais como: pintura, dança cinema, literatura, música, poesia, etc.

Há múltiplos séculos a humanidade evidencia o alarmante grau de decomposição social, moral, ético e intelectual. Em meio a esta degeneração caótica e aterrorizadora, desponta a cultura na configuração de um mecanismo suscetível à desobstrução da ignorância, e de todas as     grades encarceradoras da maturação mental.

Sobrevindo tal desobstrução, naturalmente será despertado o plano de consciência cogente ao extermínio das mazelas responsáveis pela hodierna deterioração educacional.

Considerando o exorbitante nível de desinformação impregnado no seio da coletividade, parece não haver interesse algum por parte da máquina estatal em germinar uma sociedade culta e conhecedora dos seus direitos.

Ora, é obvio, pois qualquer indivíduo dotado de racionalidade entenderá que para os governantes é bem mais cômodo e fácil ludibriar uma nação rude, alienada, analfabeta e desprovida de qualquer senso crítico.

Nessa ótica, a ignorância é o sustentáculo do domínio exercido Pela elite política maliciosa, inescrupulosa, sádica e disseminadora da contrafação que paira em nosso meio social.

O cenário político  revela a existência do repúdio ao princípio da indisponibilidade pública, princípio basilar a leal efetivação do exercício administrativo de toda e qualquer gestão pública. O interesse público fora expurgado das esferas Federal, Estadual e Municipal, predominando o privado, onde prevalecem os acordos, os estratagemas, e o conluio fraudulento em face do erário público.

O Congresso Nacional, cúpula do poder legiferante, baila num festival de denúncias e escândalos, ecoando descrédito e impunidade. A integridade dos parlamentares facilmente sucumbe perante os encantos e propostas da linda e atraente capital federal. 

Sociedade, levanta-te, mostra tua fisionomia, alardeia a bandeira da dignidade, ergue o teu grito em prol do pudor e da moral, repila estes homens que se dizem políticos, mas que na verdade salvo raras exceções não passam de abutres, sangue sugas do poder, filhos da mentira e da corrupção, amantes do caos e da promiscuidade, corruptos violadores da essência política, qual seja, o bem comum.

Para a exterminação peremptória do vírus hoje instalado nas entranhas da conjuntura política nacional é imperativa a concretização de uma reforma, não apenas neste setor, mas essencialmente no tablado Tributário, Previdenciário, Administrativo e social, pois somente a partir de uma idealização dessa dimensão, poderemos um dia experimentar a justiça e a igualdade social em sua plenitude.

O saudoso jurista Rui Barbosa, quando no gozo de toda sua genialidade e sabedoria afirmava “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto”. Almejo sinceramente que o Brasil nunca deixe submergir pelo decurso do tempo.

(*) Acadêmico do curso Ciências Jurídicas e Sociais, Direito - Cajazeiras, Paraíba.
(*) Escritor do blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra. Tel (88) 3543-3903 Email monsenhorvbezerra@bol.com.br
    

sábado, 2 de junho de 2012

Rápidas pinceladas sobre alguns personagens e mazelas da Povoação da Venda: A questão da seca de 1877 e a decadência da escravatura.


      

        Registrou-se no ano de 1877 uma das maiores secas enfrentadas pelas populações do semiárido brasileiro da história. Maciça foi a migração dos campos para as cidades, assim como a mortandade que se generalizou sobremodo à falta de alimentos na zona rural.
Na Venda, antiga povoação elevada à Distrito da Vila de Lavras em 1870, assim como nos sítios que hoje formam o território atual do município de Aurora, vários foram os vitimados pela fome em decorrência da seca, algoz e persistente. Esclareçamos:
“Aos vinte de novembro de mil oitocentos e setenta e sete, faleceu de fome o adulto Joaquim Gomes, pardo, de idade de doze anos, foi envolto em branco e sepultado no campo (Calumby), sendo depois encomendado por mim. E para constar fiz este e assignei. O Vigário Meceno Clodoaldo Linhares” (Livro de Registro de Óbitos da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras, 1877-1885, p.5).
Aos vinte e nove de novembro de mil oitocentos e setenta e sete, faleceu de fome a párvula Úrsula, de idade de quatro anos, filha legítima de Antônio dos Santos e Rita Maria de Jesus, foi envolta em branco e sepultada no Cemitério da Venda, sendo depois encomendada por mim, etc (...)” (Livro de Registro de Óbitos da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras, 1877-1885, p.5).
Aos seis de dezembro de mil oitocentos e setenta e sete, faleceu de fome o párvulo José, de idade de dois anos, filho legítimo de Vicente Monteiro e Maria Joaquina, foi envolto em branco e sepultado no Cemitério da Venda, sendo depois encomendada por mim, etc (...)” (Livro de Registro de Óbitos da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras, 1877-1885, p.6).
Assim como estes, concernentes à Venda e adjacências, observam-se vários outros registros de falecimentos ocorridos nesta fase, em virtude da seca.  Párvulos padeceram, assim como adultos e idosos, todos, impiedosamente.

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        Precisamente no dia 4 de abril do ano de 1880, realizaram-se na Capela do Menino Deus na Venda, 12 (doze) batizados pelas mãos do Padre João Carlos Augusto, e dentre estes, um de filho de escravos: Era Vicente, preto, filho natural de Carlota do Amor Divino, nascido aos vinte de março do dito ano, que teve como padrinhos a Deodato Lopes de Oliveira e Balbina Maria da Conceição. Assina Meceno Clodoaldo Linhares (Livro de Batismos da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras, 1877-1882, p.101).
       Curiosamente, ressaltamos aqui ter sido este um dos últimos lançamentos relativos a escravos nos livros eclesiásticos da Paróquia de Lavras, concernente aos residentes na Venda ou sítios que compunham o atual território de Aurora. Apesar de a abolição da escravatura ter sido oficializada em 1888, diminuíram-se a partir deste ano (1880) as referências a escravos, muito comumente citados nos ditos livros de registros. Exemplifiquemos:
     “Aos vinte e um de novembro de mil oitocentos e setenta e três, na Capela da Venda, feitas as diligências necessárias, confessados e crismados na doutrina cristã, sem comprometimento algum, de licença minha, em presença do Pe. Joaquim Machado da Silva e dos testemunhos Antônio da Silva Martinho e Pedro Carneiro de Oliveira, se (ilegível) em matrimônio os nubentes Vicente Ferreira, escravo de Bárbara Maria, com Raymuda Izabel, viúva por falecimento de Antônio Apolinário de Souza. São naturais e moradores, ele no Barreiro, desta Freguesia e ela, na (ilegível), da mesma Freguesia de Lavras, etc... Pe. Vicente Férrer de Pontes Pereira”. (Livro de Registro de Matrimônios da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras, 1870-1875, p.141).
“Aos doze de março do ano de mil oitocentos e sessenta e seis foi sepultado no cemitério da Capela da Venda o adulto Antônio Jacintho, casado com Maria, escrava de Manoel Joaquim Carneiro, morador no Barro Vermelho, faleceu de morte natural aos trinta anos de idade do dito mês e ano. E para constar mandei lavrar o termo que assinei. Pe. Antônio Pereira de Oliveira Alencar”. (Livro de Registro de Óbitos, Paróquia de São Vicente de Lavras, 1865-1871, p.40).
  Como estes, diversos outros assentos foram observados, inclusive, de escravos pertencentes ao citado cidadão Manoel Joaquim Carneiro, que como se verá em momento oportuno, foi o primeiro Presidente da Câmara Municipal da Vila d’Aurora, à época, a principal autoridade administrativa do município.
Era o referido Manoel Joaquim Carneiro, que exercera ainda o cargo de subdelegado de polícia na Venda (Tenente), casado com Maria de Jesus Tavares (irmã de Maria de São José Tavares, Alexandre Luiz Tavares e do Padre José Luiz Tavares), e conforme se observa no Livro de Registro de Matrimônios da Paróquia de São Vicente Ferrer de Lavras (1870-1875, p. 185), assistiu ao casamento realizado pelo Pe. Francisco Tavares Arco-Verde, de sua filha Joana Maria de Jesus, aos 3 de junho de 1875, em sua residência no sítio Barro Vermelho, com Valdevino Leite Teixeira, viúvo este, de Ana Rosa Leite. Da mesma forma, aos 17 de novembro de 1886, viu seu filho José Joaquim Carneiro contrair núpcias com Maria Joaquina da Conceição, filha de José Antônio Carneiro e Maria Joaquina da Conceição (Livro de Registro de Matrimônios da Paróquia de São Vicente de Lavras, 1884-1891, p. 37).     
Outras considerações a despeito de Manoel Joaquim Carneiro, notável figura da historiografia aurorense, sobretudo política, serão anotadas  em textos que se seguirão.



Trechos extraídos de obra em elaboração.



terça-feira, 29 de maio de 2012

APROVAÇÃO DA LEI E SUAS CONTRADIÇÕES

                              Disciplina: Língua Portuguesa e Redação
                              Professora: Francisca Moreira de Jesus (Neidinha)
                              Redação, Aluna: Cícera Saraiva de Souza, 3º ano A. Turno: Matutino
                              Escola Monsenhor Vicente Bezerra. Rua Cel. José Leite s/n, Araçá-  Aurora- CE. CEP: 63.360.000. TEL (88)3543.3903. Email: monsenhorvbezerra@bol.com.br


                              APROVAÇÃO DA LEI E SUAS CONTRADIÇÕES
                           

Cicera Saraiva Souza*




Atribui-se ao termo anencefalia, uma má formação no feto, que se manifesta entre a 24º e a 26º semana de gestação; tendo como consequência o não desenvolvimento do cérebro.
Foi aprovado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) projeto de lei que descriminaliza o aborto de fetos portadores dessa anomalia. O Que vem despertando, em alguns, um sentimento de conquista, e em outros uma total indignação.
A meu ver, tal lei, não passa de uma total agressão à vida, e de uma contradição na sociedade. Agressão, por descartar qualquer possibilidade de um inocente vir ao mundo. É contradição, vez que, vivemos em uma sociedade de políticas contra a discriminação de pessoas especiais, pois de acordo com a médica Cinthia Macedo Specocion (Coordenadora de uma UTI neonatal), crianças anencéfalas podem ser comparadas com qualquer outra criança com algum tipo de deficiência.
Entretanto, segundo ministros favoráveis, o aborto nesse caso, não se trata de crime; visto que, um bebê em tais condições, não teria mais que minutos até vir a óbito; sendo assim, seria um adiantamento do que já seria previsto; argumentaram ainda que, caso a gestação na seja interrompida, a mãe sofreria graves complicações.
Eis que surge outra contradição: Vitória, cujo nome explica sua trajetória de vida, é uma bebê anencéfala, com dois anos e três meses, que, superando qualquer perspectiva, já está começando a engatinhar e, mostra-se sensível aos carinhos de seus pais.
Estes, que lutaram pela não aprovação da lei, dizem em depoimento que no início não foi fácil, mas com fé e muito amor é possível sim, não negar a vida a seu filho.

Portanto, reafirmo que, sou contra esse tipo de lei; e ainda, pondo-me como jovem eleitora dessa nação, espero que tudo isso nos sirva para questionamentos sobre que tipo de pessoas estamos escolhendo para nos representar.

(*) Aluna da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor  Vicente Bezerra, 3º Ano A. Nº 10.  Turno: Matutino. Aurora - Ceará. Email da Escola monsenhorvbezerra@bol.com.br Tel ( 88) 3543.3903



quarta-feira, 23 de maio de 2012

INFÂNCIA SEM TRAUMAS

                                       Charles Leite Bezerra*

A nossa história é testemunha ocular das aberrações, atrocidades, maus tratos, e de toda a violência moral, ética e sexual que fora cometida em face da criança e do adolescente, ao longo do tempo.

Em um passado não muito distante, as crianças tinham seu desenvolvimento físico, intelectual, sexual e psicológico acoplado com os adultos, ou seja, não havia uma separação entre esses dois mundos.

Sabemos que os infantes não são aptos a suportar os esforços físicos desenvolvidos pelos adultos e, no entanto, eram obrigados a realizar empenhos hercúleos, degradantes, e tenebrosos, o que configurava um alívio sádico para os adultos e um martírio feral para as pobres e indefesas almas que habitavam em um corpo impúbere.

Um ser em formação não é um objeto, ou uma brincadeira qualquer, mas, acima de tudo alguém que necessita de um acompanhamento psicológico, emocional e uma estrutura ideal para o seu perfeito desenvolvimento cognitivo.

Nesse sentido, o olhar para uma criança não deve ser apenas algo superficial, banal e vulgar, mas sim, um olhar profundo, intenso, fraternal, capaz de visualizar um indivíduo em busca do desenvolvimento pleno.

Atualmente, em nossa sociedade, presenciamos situações que colocam crianças e adolescentes em situações humilhantes e vexatórias, como por exemplo, trabalho escravo, maus tratos, abusos sexuais, abusos estes, que na maioria das vezes são oriundos de uma dantesca exploração que corrompe e degrada nossa juventude.

Ao observarmos o desenvolvimento histórico de nosso país, vemos que na época do Brasil colônia era comum as atrocidades de cunho sexual, moral e psicológico contra os filhos dos escravos, revelando dessa forma, um alto nível de insensibilidade humana.

A situação pouco se modificou com o passar dos tempos, pois o estado sempre se posicionou de forma omissa à frente das dificuldades existentes no universo infantil.

Para uma melhor compreensão, basta analisarmos os inúmeros focos de trabalho escravo que ainda perdura em nossos pais, onde o alvo desse encarceramento são as crianças e adolescentes desamparadas de qualquer estrutura familiar, econômica e social.

Cumpre ressaltar que, a escravidão que aterroriza nossa juventude não está restrita apenas ao trabalho, mas também, a sua própria dignidade sexual, pois, não raro, ver jovens na prostituição, se entregando totalmente à promiscuidade, ao regalo e a sensualidade.

A fragilidade de nossas crianças e adolescentes abre portas para que os pedófilos e rufiões possam explorar, dilacerar, degradar e corromper jovens, vítimas de uma conduta doentia e maléfica, um verdadeiro festival de corrupção aos seus sonhos e fantasias que são transformados nas agruras de um vale de dor, sofrimento, angustia e depressão. 

As crianças vivem um profundo estado melancólico de abandono e descaso por parte do poder público, detentor este, de uma das maiores “carga tributária” do mundo, capaz  de sanar os problemas sociais de nossa sociedade, porém permanecem de braços cruzados, se negando a exercer de fato o poder no combate a essa promiscuidade que se exterioriza por meio da exploração sexual que, indiscutivelmente, agride qualquer padrão ético e moral.   

Não basta tão somente a letra fria da lei para solucionar todo esta problemática atinente as crianças e adolescentes, mas sim, uma definida estruturação em todo o aparato do estado, extensivo a todos os segmentos sociais, para, a partir daí concretizar em sua plenitude o que preceitua o Estatuto da Criança e do Adolescente.

O pulsar vivo da sociedade, no escopo de fazer valer os direitos das crianças e adolescentes, passa por toda uma engrenagem jurídica, ideológica e acima de tudo social, pois não basta à simples atuação do poder legitimado, é necessário, portanto, um processo de amadurecimento educacional por parte da população, e, principalmente, a escolha de políticos comprometidos com o bem estar de toda coletividade.

(*) Acadêmico do Curso de Ciências Jurídicas e Sociais -  Direito, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras – PB - FAFIC

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A Política e Sua Perversão




Por: Dimas Macêdo (Mestre em Direito, Professor da UFC, Membro da Academia Cearense de Letras - Cadeira nº 11 cujo o Patrono é o  historiador Barão de Studart)            

          A política, que é a latitude máxima da ação humana, em busca de um fim social, e de uma práxis civil e emancipadora, corre em todas as sociedades qual rastilho de pólvora. Não há como deter a sua força, a sua energia dadivosa, o seu poder absoluto de envolvimento e de transformação.
       Não podemos pensar em qualquer forma de sociedade sem que nela não esteja presente o exercício da política. A política é o que é, existe porque tem que existir. É a espinha dorsal e a coluna vertebral do Estado, do município, do poder político de uma forma geral.
          Claro que a política não se submete aos limites da ética, porque a conquista do poder e a sua manutenção constituem, com certeza, um campo de guerra e não tem como ser diferente. Mas é claro que ela pode ser limitada pelas regras do Direito e pelas aspirações de Segurança que rondam o habitat da vida social.
           Em face das conquistas da técnica e da clarificação das consciências, penso que, nos dias de hoje, a política poderia ser um pouco diferente. Deveria estar prioritariamente voltada para o homem, para as suas necessidades e para a superação das misérias sociais, que desafiam a paz e a busca dos Direitos Humanos.
      A política, infelizmente, virou uma grande equação capitalista: transformou-se em patrimônio material de uns e em forma de extorsão com que outros se mantêm no poder, roubando os cofres da Administração, assaltando a partilha do orçamento, transformando tudo em uma mesa de jogo da corrupção e do desvio de recursos.
       Após os avanços da globalização econômica, especialmente a partir da década de 1990, o capitalismo e os seus valores de ordem financeira foram assaltando, gradativamente, a máquina do Estado.
       O mercado substituiu a política e os intelectuais foram expulsos do espaço público, porque a equação capitalista não precisa de ideias, mas de pessoas dóceis à sua sedução material.
         O capitalismo, como sabemos, abomina qualquer discussão de ideias que não seja em proveito da sua utilidade, e que não seja a favor dos monopólios de todos os setores da vida; e a ideologia de ordem econômica e monetária passou a ser, ao que parece, a religião oficial do planeta.
         A cultura, a arte e a educação, que são bases primordiais do humanismo, vêm sendo ultrapassadas, de último, pelos valores da tecnologia; a preparação técnica das pessoas assumiu o lugar da sua formação, do seu aprendizado sistemático e da sua capacidade de interação com os seus semelhantes; e a defesa da Ética e dos Direitos Humanos igualmente vem perdendo o seu lugar nessa nova forma de sociedade, calculadamente fria e esquisita.
           Grande parte das pessoas, hoje, sucumbiu à sedução do consumo, e trocou sua alma pela exibição do seu ego. Muitos não estão nos espaços midiáticos da web porque fizeram alguma coisa de proveito no mundo, mas porque desejam promover as suas fantasias.
           Assusta observar, por outro lado, que o homem perdeu a sua condição de reagir, de se indignar, de denunciar os desmandos da classe política, e de ocupar as ruas e as praças para reivindicar os seus direitos.
            Os que se julgam acima do bem e da verdade, decretaram a morte dos princípios, como se fosse possível convencer os semelhantes com o barulho de suas teses enfadonhas.
            A completa conivência de muitos chefes de Estado, e assim também do último governo do Brasil, para com a mentira e a falsificação da verdade, e para com aqueles que já estão cansados de mandar, tais os exemplos de Fernando Color, Renan Calheiros e José Sarney, são situações que estão, por outro lado, a desafiar a paciência das pessoas.
           No caso específico do Brasil, a busca da justiça social e o resgate da política enquanto vocação parece que não são, decididamente, valores que agradam aos integrantes da classe dirigente.
           E o povo, sempre alimentado de muitas ilusões, se acostumou demais com a mentira e com as esmolas que lhe são destinadas pelas autoridades que estão de plantão, e não desconfia sequer das intenções dos que estão no centro do poder.
 Parece ser mesmo doloroso, para os homens de boa vontade, e para os que lutam pela ética e a dignidade, assistir a ascensão de pessoas despreparadas e gananciosas para a representação parlamentar, e para os postos de comando da máquina do Estado.
           A política não constitui um fim, e o exercício da política, como sabemos, é uma vocação. Não é um patrimônio que se transmite por herança para os apaniguados do poder. A política é uma missão e exige de quem a ela se entrega um compromisso integral e efetivo para com as exigências da vida coletiva.
            No Brasil, infelizmente, a maioria dos políticos ainda não despertou para a grave questão do ambiente e o povo ainda não se sente motivado para os desafios da educação ambiental, o que é lamentável, e a consequência de tudo será a transmissão, para as gerações futuras, dessa conduta irresponsável.
Essa perversão em que a hegemonia da política foi transformada, é a causa da violência social e da violência simbólica que nos cercam; é a causa da proliferação das drogas e das deformações que atacam as novas gerações, e entorpecem a mente dos que gravitam ao redor da máquina do poder.
 Parece mesmo que existe uma desordem no cosmos, causada pela perversão em que se transformou a política, pois a sinfonia planetária, que há séculos encantava a audiência humana, hoje se encontra ameaçada. Empresários inescrupulosos e políticos de visão mesquinha têm feito da ganância e da especulação instrumentos de violação da paz e do equilíbrio da vida em sociedade.
    O meio ambiente vem perdendo a sua qualidade. Agredido pela insensatez e a irresponsabilidade de muitos, agoniza qual um animal sangrado, e pede clemência para a tragédia da degradação ambiental e cosmológica.
            Depois que o homem decretou a morte de Deus e do sagrado, parece mesmo que tudo se tornou possível, cumprindo-se assim a profecia do grande romancista russo Fiódor Dostoiévski.
           A degradação ambiental, que hoje se espalha pelo mundo, tem recebido respostas muito convincentes da própria natureza, que aqui e ali vai se defendendo como pode, através de vulcões e terremotos, degelo das calotas polares, tsunamis marinhos e aquecimento de todas as regiões do planeta.
        O ser humano, contudo, não recua e a sociedade de consumo vai achando normal a circunstância de conviver com o lixo e com as embalagens nunca recicláveis das mercadoras que consome, rejeitando o ciclo natural do ambiente à sua volta e  substituindo-o pelo consumo de mercadorias e serviços provenientes da indústria do tóxico.
          O homem que consome, de forma obsessiva, o ópio do mercado, e que sonha com o desejo do lucro, e que apoia, a seu turno, a poluição da natureza, parece mesmo que decidiu morrer abraçado com a sua imperfeição e com a sua teimosia de viés egoísta. Parece que decidiu sufocar a natureza, almejando assim o seu poder absoluto sobre o cosmos.
            É possível que a voz dos ambientalistas, e daqueles que defendem a natureza, continue clamando no deserto, mas aceitar as coisas de forma diferente, e não reagir contra o agravamento da crise ambiental, me parece o jeito mesquinho de estar no mundo e de aceitar a sua total degradação.
            Assim sendo, urge que as pessoas de boa vontade continuem resistindo ao avanço do mal e ao poder de degradação do universo, resultado da teimosia dos que não acreditam no amor e na compreensão, que maltratam a sensibilidade e tudo corrompem em nome dos bens materiais e dos interesses políticos inconfessos.
          Para além de tudo, no entanto, está a esperança, a dignidade dos que sonham com a vida, que replantam a semente do bem e a partilha da Paz e da Justiça, porque os frutos perenes do amor, a defesa da ética e o denodo dos que lutam pelas formas de afirmação do bem e da verdade são as nossas crenças e os nossos valores de maior valia.


                                                                                                             Fortaleza, inverno de 2012                                                

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Edvânia Tavares parabeniza CREDE 20 pela divulgação do Blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra



Apraz-me, como diretora administrativa da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra{ 2012 }, quando aos 85 anos de serviço pela rede pública estadual de ensino, a necessidade da criação do Blog da Escola como uma semente a adentrar no início deste século, a educação pela rede mundial de computadores, a alegria torna-se redobrada, quando na data de hoje vejo no site da CREDE -20 Brejo Santo-CE, notícia que de forma garbosa servirá de fomento para outros educandários.

Com simplicidade, determinação e trabalho coeso de união, vamos, a exemplo dos pioneiros, abrir as portas do mundo online para o conhecimento pulverizado para os mais distantes rincões de meu querido Brasil.

Assinalo também com a mesma grandeza a aluna desta escola, Cícera Saraiva de Souza, inclusive, colaboradora do blog que, com maestria, tenacidade, espírito cívico, ingressa na Defensoria Pública Geral do Estado do Ceará através de seleção previamente determinada.

Para mim é sempre motivo de felicidade saber que as nossas sementes, betumadas no aroma da humildade, irão florir no pomar dos que lutam pelo zelo do espírito democrático nas instituições sólidas que dão firmeza a nossa Democracia. Assim, quero parabenizar a CREDE -20 pela divulgação do blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra e Cícera Saraiva de Sousa pelo ingresso na DPGE.


Veja matéria publicada na integra no site da Crede -20 - Brejo Santo - CE.


Escola de Aurora lança blog Monsenhor Vicente Bezerra


Qui, 17 de Maio de 2012 00:00

Aos 15 do mês de Março de 2012 completou esta escola 85 anos na dialética de envelhecer renascendo com a educação refletor a luz ao cariri, vem ser a primeira escola de rede pública estadual de ensino da região cariri cearense, oportunidade em que a diretora Francisca Edvania Tavares ciente da responsabilidade histórica educacional para com a região da chapada do Araripe criou o blog da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra , com visão a divulgação dos trabalhos dos estudantes do educandário, bem como discorrer sobre a história e assentamentos primeiros do Vale do salgado , oportunizando aos professores e aos educadores de Aurora para postagens de trabalhos relevantes a epistemologia genética da linda região, o blog na verdade, embora sendo o pioneiro, já tem um número de acesso relevante bem como comentários dos próprios alunos. Na extensão da escola esta ferramenta tecnológica, que também une à janela a ponte aos olhos atentos e sedentos do mundo on line – o conhecimento. Para acessar o blog basta digitar no site de busca: blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra.

Redação: Amanda de Oliveira  Leite, professora do laboratório de informática da Escola Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará.


domingo, 6 de maio de 2012

AS MÃES DO MONSENHOR


                                                               Luiz Domingos de Luna*

Aurora porta no seu seio protetor, na amamentação diária, na maternidade responsável, a candura de uma mãe dedicada ao seu primeiro filho da Rede Pública Estadual de Ensino no cariri cearense ,o educandário Escola Monsenhor Vicente Bezerra, {15 de março 1927}, o zelo, a predisposição, o planejamento prévio, a aglutinação do pensar feminino, já impresso e timbrado no DNA de preservação da espécie, característica básica da mulher, fez do querido Bairro do Araçá o berço esplêndido para o acolhimento primeiro, deste filho no cariri.

A Luz da racionalidade, da razão pura, sendo entregue este projeto aos racionalistas, com certeza, este filho ilustre de Aurora teria sido abortado, pois o espaço geográfico e a paisagem social não tinham o ouro nem a prata para oferecer ao recém nascido, Muitos gritavam que o Educandário iria ser um uma criança raquítica, frágil, doente e que seria melhor levar a criança para um centro mais desenvolvido. Foi uma verdadeira guerra entre a Razão pura, cristalina e a emoção do universo feminino das queridas mães do bairro Araçá e por extensão as mães de Aurora como um todo.

A refrega continuou, até quando os racionalistas cansados de ouvir tanta cantilena emotiva por parte das mães aurorenses, desabafaram em alto e bom tom: - Esta criança deveria ser abortada, mas dada a teimosia de vocês não mais que 05 anos ela será vitimada pela desnutrição o morrerá a míngua, isto servirá de lição para todas vocês em tentar lutar por uma vida que nós sabemos que é uma sobrevida para a morte.

 Foi feita uma corrente forte e coesa das mães de Aurora para amamentar a criança, as pioneiras foram às mães do bairro Araçá, que mobilizaram toda zona rural, num verdadeiro arrastão digno do heroísmo e a bravura da mulher aurorense.

Assim, com o leite doado pelas heroínas do universo feminino de Aurora, o rebento – Educandário Monsenhor Vicente Bezerra foi criado e alimentado, nutrido e amado pelas mãos carinhosas das mães do querido bairro do Araçá.

A Criança hoje tem 85 anos, mas continua sob o manto protetor do universo feminino, uma luz a brilhar no horizonte da educação no cariri cearense, não por acaso, o dia das mães comemoração da luta incansável destas heroínas – o pátio interno da Escola Monsenhor Vicente Bezerra sempre foi, é, e será a maior concentração de mulheres aurorenses neste dia que representa a vitoria de todas as mulheres de Aurora.

(*) Professor da Escola e Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra- Aurora –CE. CEP: 63.360.000. TEL: (88) 35433903. Email do autor: falcaodouradoarte@gmail.com


terça-feira, 1 de maio de 2012

BULLYING DESTRÓI

Letra, Alunas: Dinara Vieira
                         Sandra Crenilda

Projeto: Cordel em Cena
Disciplina: Língua Portuguesa
Ensino Médio, 1º Série
Professora: Francisca Moreira de Jesus
Escola Monsenhor Vicente Bezerra

Muitos acham engraçado
Mas isto é uma frieza
Sempre que alguém faz isto
Bullying torna-se fraqueza
Quem sofre disso é que sabe
Que bullying só traz tristeza

Meus amigos e amigas
Gente de todo lugar
O Bullying está fazendo
O Mundo todo chorar
Peço-lhe a toda gente
Façam o bullying parar

Na escola a juventude
Não consegue estudar
Com apelidos e mentiras
Tirando até mesmo o raciocinar
Isso atinge as crianças
E jovens de todo lugar

De EUA para Aurora
Para o nordeste brasileiro
Bullying se espalhou
Até mesmo no estrangeiro
Deixando todos ficarem
Tristes bem ligeiro

Os apelidos maldosos
E quem xinga só destrói
Que deixa a gente envergonhada
Até na alma dói
Quem é atingido pelo bullying
No seu coração corrói

O bullying destrói amores
Deixa o coração queimando
Pode tornar depressão
Pois ele vem magoando
Destruindo todos os sonhos
De alguém que está amando

Vamos protestar o bullying
Isto é uma traição
Que prejudica o nosso ser
Mexendo com emoção
Isso não tem nenhuma graça
Só traz ódio no Coração

Eu sei que o mal do bullying
Só traz muito sofrimento
Vamos tomar providência
Porque o bullying é um tormento
Ele faz a cabeça martelar
E prejudica o pensamento

No começo é só revolta
E depois complicação
O bullying derruba a todos
Sem nenhuma educação
Vivendo com a maldade
E também sem coração

Agora você já sabe
Que bullying é atrocidade
Mas pode se acabar
Clamando a sociedade
O Jeito é fazer o bullying
Sumir de nossa cidade.