terça-feira, 20 de outubro de 2015

I CHÁ LITERÁRIO DA ESCOLA MONSENHOR VICENTE BEZERRA- DIA 20 DE OUTUBRO DE 2015








POESIA ABERTURA  DO PRIMEIRO CHÁ LITERÁRIO –  Escola Monsenhor Vicente Bezerra.

Por Luiz Domingos de Luna.
I

Nesta linda tarde ensolarada
unidos e irmanados  no  pátio estão
o congresso da leitura  e da lição
Aurora, mostrando sua beleza encantada
II
Escritores constuindo  a história
Poesias, contos, romances,   a beleza
de uma escola  a determinação e firmeza
de um passado e presente de lutas e glórias
III
Na simplicidade da onda do mar
a cada maré um show de criatividade
O Sorriso belo de uma cidade
a todo tempo em tempo, tudo  a contemplar
IV
Este chá literário é uma porção
de nossa magia  a  untar
 a arte literária a abraçar
a grandeza de nossa missão
V
Viva a todos os que estão presentes
Aos ausentes dou viva também,
 pois este chá será um vai e vem
de uma linda história que teima em passar.

Na tarde de hoje dia 20 de outubro a Escola Monsenhor promove o seu 1º chá literário com a presença de escritores, professores e alunos de uma forma geral no chá, será apresentado recitações de poesias, peças teatrais e uma programação rica e eclética que envaidece a toda querida cidade de Aurora. 
PARABÉNS MONSENHOR, POR ESSA FESTA LITERÁRIA DE TÃO GRANDE VALOR- Vera Lúcia Alves de Olivei








quarta-feira, 7 de outubro de 2015

INTERCÂMBIO DE GERAÇÕES: PORQUE VELHO OU NOVO É O SEU PONTO DE VISTA



RESUMO

       O fenômeno geral de envelhecimento das populações, conseqüência do aumento do tempo de vida, tem colocado em pauta a questão dos idosos na sociedade contemporânea. Embora a longevidade (processo inevitável e irreversível) seja uma relevante conquista da ciência, as pessoas sensatas são unânimes em afirmar que mais importante do que ter a existência prolongada é envelhecer com dignidade e qualidade de vida.
       Segundo Simone de Beauvoir (1990), o progresso de uma sociedade pode ser medido pelo tipo de tratamento dispensado a seus velhos. Se em algumas sociedades antigas os idosos foram tratados de modo até cruel, é bem verdade, como assegura essa pensadora, que em outras eles desfrutaram de carinho e respeito.
         Uma política para o envelhecimento deve manter na comunidade o maior número de idosos. Nessa proposição, a assimilação de práticas alternativas de assistência a este segmento populacional deve valorizar um modo de vida ativo e integrado. Atualmente o descaso, o desrespeito e a falta de paciência dos jovens para com os idosos vêm crescendo, gerando conflitos entre gerações e exclusão dos idosos no meio social. Tal situação sugere uma reorientação da compreensão do envelhecimento já na escola, com a participação dos idosos reforçando valores e atitudes positivas em relação à velhice, com estímulo ao exercício da cidadania e solidariedade.
        O Papa Francisco fez a observação de que a sociedade não se “alargou” à vida e não se organizou o suficiente para dar lugar aos idosos com respeito e levando em consideração sua fragilidade.
        O Município de Aurora, no Estado do Ceará, apresenta realidades peculiares semelhantes à realidade nacional, é nesse contexto que a Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra vêm desenvolver o projeto: Intercâmbio de Gerações: porque velho ou novo é o seu ponto de vista, idealizado e realizado pelos alunos da 2ª e 3ª Série do Ensino Médio com orientação dos professores da Área de Ciências Humanas com a finalidade de estimular a participação ativa e dinâmica da comunidade idosa, buscando minimizar o estigma a que sempre estão submetidos e a valorizar as potencialidades de cada participante.
        Para a realização do projeto busca-se um trabalho interdisciplinar, onde cada segmento contribui para o enriquecimento e a valorização dessa iniciativa, com aplicação dos conhecimentos específicos de cada área. Que numa ação conjunta, possa lutar contra a marginalização do idoso, sujeitos promotores da HISTÓRIA.

PALAVRAS-CHAVE: Valorização, qualidade de vida, convívio, gerações experiência.

Não tenho caminho novo.
O que tenho de novo é
O jeito de caminhar. 






quinta-feira, 1 de outubro de 2015

MEMÓRIAS DE UMA ROCEIRA DESTEMIDA.

Foto: Profa Vânia Campos


 
Memórias de Uma Roceira Destimida



Autora:Vania Campos.



Era tempo de verão quando as folhas da caatinga demonstravam rispidez de um sertão seco e árido, a pouca água que existia, se encontrava em cacimbões, pois o leito do riacho da cachoeira já estava ressequido.

O sertão ecoava numa poeira fumaçenta, um calor insuportável, era uma época muito dificil, não existia hospitais, era tudo muito rústico, nesse tempo somente existia as cachimbeiras e poucas parteiras para atender a toda região da sede e da ribeira do Rio Salgado.

No mês de novembro as dores do parto já sinalizavam os noves meses de gravidez de D. Paulina, um senhora de uma estatura aparentemente muito frágil, magra, baixa, mas de uma força interior muito forte, bondosa, altiva, determinada uma sertaneja forte, acostumada com as dificuldades e com as carências desta terra semi árida.

Ao verificar a situação da gravidez de D. Paulina, a parteira aconselhou a ir para a maternidade, o que a D. Paulina seguiu rigorosamente, porém na maternidade, recebeu outra orientação para ir para um centro mais desenvolvido, o que no dia 12 de novembro 1962, a destemida sertaneja já se encontrava em um dos leitos de um hospital na cidade do Crato-Ceará.

No dia 13 de novembro, ás oito e meia da noite, o choro de uma criança ressoava no hospital como um sinal de que mais uma, ao hálito oxigenado, respirar, para a alegria daquela família que tinha como sempre o hábito de rezar, de uma convivência em oração, e ali já se discutia o nome da criança bem como o batizado.

D. Paulina entregou a missão da escolha do nome a uma grande amiga que acompanhava tudo atentamente, a amiga fez uma lista de cinco nomes e repassou para D. Paluina que, de Véspera, organizou com os seu genitores o Batizado na igreja Matriz, tendo como padrinhos, os avós maternos, e assim, na pia batismal da Igreja matriz do Senhor Menino Deus na cidade de Aurora, pelas mãos do Padre Francisco Luna Tavares – Padre Luna – A Futura Professora Vania Campos recebeu o sacramento do batismo.

Assim no meio campestre, em contato com a natureza, com uma vida simples, mais carregada de grande significação, Vânia vai apreciando os animais silvestres, as brincadeiras de bonecas, as primeiras lições sobre as orações, a respeitar os mais velhos, a preservar a natureza, ao gosto pela leitura que foi logo dado início pela sua genitora, que comprou uma carta de ABC, para alfabetizar a garotinaha que tinha uma sede muito grande pelos conhecimentos, e que, em poucos dias ou semanas, já conhecia todas as letras do alfabeto.

Vania dormia de rede e teve a oportunidade de conhecer uma vasta literatura de cordel, oral, pois seu querido pai, sempre ao balanço da rede cantava muitos poemas que valorizava o gosto e o valor pelas coisas simples do sertão como: Coco verde e Melancia,a história do cachorro Calar, Maria e seu potinho de Leite, O Matuto que nunca tinha ido a igreja e muitas outras.

No ano de 1969, na casa de D. Sinhara, que também era uma escola, num lindo pavilhão a frente, que na verdade não passava de um alpendre, todos os alunos perfilados sentavam num grande banco onde recebiam as orientações da professora Margarida, assim se pode afirmar que não existia bancos ou carteiras individuais, todos juntos num verdeiro seriado, pois uns já dominavam algum tipo de conhecimetno, outros estavam começando, era uma verdadeira salada educacional, e um detalhe imprtante era que na hora de fazer a lição todos na primeira sala a beira de uma grande mesa a fazer as atividades acompanhados a vilgilância plena da professora Margarida.

Não tinha algazarra, nem recreação, nem tinha uniforme, nem transporte escolar, nem tinha a sineta para a horar marcar, Não tinha descanso nem hora para almoçar, não tinha briga nem confusão todos unidos na educação, que mesmo rústica tinha a atenção de todos e respeito, bem como a vontade de aprender, o ensino era do tipo tradicional, os únicos recursos pedagógicos era a Carta de ABC, o quadro negro de madeira pendurado na parede e um bituca de giz branco, assim era a educação na zona rural de Aurora, mais precisamente no Sítio Varzea de Pedra.

Coma apenas dois meses de Aulas na Casa da professora Margaria, Vania Campos foi transferida para a escola de D. Maria Sinhara, que para efeito didático ficava no terreiro da casa Escola de D. Margarida no já citado Sítio Varzea de Pedra, a realidade educacional da Casa Escola de D. Maria Sinhara era semelhante a casa Escola de D. Margarida, e neste ambiente rústico, de múltiplas carências, onde os alunos voltavam a pé para suas residências, eram conhecidas a árvores frondosas dos pés de juazeiros, pés de oiticica, pés de Pau -Branco, pés de Cajá onde a turma descansava quando o sol estava a pino.

Ao regresso as suas casas os alunos sempre levavam as tarefas de casa que eram sempre feitas ao entardecer, pois não existia energia elétrica, é neste ambiente campeste, rurícola, sertanejo, mas acolhedor que a professora Vania Campos fez o seu primeiro e segundo ano primário.

Um fato marcante vale registrar na formação educacional da professora Vania Campos, pois quando o seu pai comprou o seu primeiro livro, intitulado: livro Nordeste na livraria Progresso do Sr Pedro Fernandes, em Aurora ,a garota Vania não se fez de rogada e na feira do domingo, enquanto seu pai fazia as compras, ela sob uma banca da feira livre leu o livro de capa a capa, numa demonstração clara da dedicação da novel aprendiz sobre o mundo encantado do conhecimento.

No ano de 1969, um fato religioso marcou muito a formação da professora Vania Campos, pois foi neste ano que ela fez a sua primeira comunhão, os fatos: na época existia dias espefícos para O Exame de Catecismo, Confissão Auricular e a Solenidadee da Primeira Comunhão, o problema: como a roceira Vania Campos iria realizar estas ações se ela morava no Sítio Varzea de Pedra e as ações já descritas teria que ser efetuadas na sede da cidade ? Solução: a mãe da Vania, a já conhecida Sra Paulina em contado com uma bondosa senhora da cidade de Aurora conhecida como D. Coração, esta gentilmente, cedeu a sua casa para hospedar a garotinha Vania Campos e sua genitora com fins a realizar as atividades da preparação e efetivação da primeira comunhão – que foi realizada com sucessso pleno na da Igreja do Senhor Menino Deus na cidade de Aurora – Ceará com uma missa de encerrramento celebrada pelo padre Francisco de Luna Tavares – Padre Luna.

No segundo semestre de 1972, D. Paulina verificando que o estudo da zona rural ficava muito a desejar, e, em contato com a professora Aurineide Fernandes, providenciou a vinda da Futura Professora Vania Campos para a sede do municipio de Aurora, com residência na casa da Senhora D. Saraiva, sua Avó paterna, na rua Cel José Leite no Bairro Araçá.

Ainda no mês de agosto de 1972 fez sua matrícula no segundo ano primário na Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra tendo com professora a Srta Aurineide Fernandes mais conhecida como professora Neidinha, vale registrar que na época a Escola possuia somente o ensino Fundamental Menor e apenas 04 salas de Aulas, O Espaço era muito grande com um muro cheio de ervas, capins uma cacimba e uma belissima gruta em homenagem a Nossa Senhor de Fátima,

Antes das aulas sempre existia o toque da sineta onde a diretora organizava os alunos para: a reza de um mistério do terço, o canto do Hino Nacional, o Hino da Bandeira ou o Hino do Marinheiro, todos os alunos devidamente perfilados em filas que ladeavam o recinto interno da Escola, e após, todos se dirigiam para as suas respectivas salas de aulas.

O Recreio se resumia a brincadeiras, como toca, esconde esconde, e outras, porém quando estavam cansadados e sedentos existiam vários potes onde os alunos bebiam água sempre cuada em um grande gardanapo próprio para tal fim; vale registar que não existia merenda escolar.

O uniforme era completo e obrigatório , blusa Branca com o Bolso timbrado com o Símbolo da escola, saia azul,meias brancas e o sapato conga azul, a turma geralmente tinha uns quarenta alunos, mistos e todos uniformezados, existia uma discrepacia muito forte entre os alunos no que diz respeito a idade, pois enquanto uns cursavam na idade certa, outras via de regra estavam fora da faiza etária.

Na sexta feira a noite, como de costume, o seu pai vinha bucá-la do Bairro Araçá para o Síto Vazea de pedra a sua residencia, em Aurora morava numa casa simples de piso atijolado, não tinha banheiro, não tinha fogão a gás, um fogão a lenha que ficava na cozinha, um quarto, uma sala, um corredor, não existia agua encanada, assim a Vãnia com a sua avó ia diarimanete ao açude do Recreio buscar água em latas na cabeça em cacimbas que se localizavam ao redor do açude Recreio
Ja a casa do seu pai ficava no Sitio Vazea de Pedra, era composta de duas sala, dois quartos, uma cozinha e dois alpendre um a frente da casa e outro bem atrás, nisto a futura professora Vãnia nos finais de Semana ajudava sua mãe nas tarefas cotidianas e retornava a Aurora na segunda feira pela manhã a cavalo, conduzida pelo se querido genitor.

A vida do professora Vania se resumia em, durante a semana, aulas na Escola Monsenhor Vicente Bezerra e nos finais de semana ajundando a sua mãe no sitio Varzea de Pedra no Munícipio de Aurora – Ceará.

Em 1975 a futura professora Vânia foi estudar no Ginásio Paroquial Sr. Menino Deus, no curso da 5ª série ginasial no turno manhã, a escola pertencia a paroquia do Sr Menino Deus, vale registrar que as aulas vagas eram preenchidas por valorosas palestras do notável diretor do educandário Padre Francisco França.

Vale registrar que nessa época O Ginásio Paroquial possuia uma belíssima Banda de Música para animar as festividades cívicas que sempre foram abrilhantadas com a presença marcante dos alunos numa prova de civilidade, cidadania e as festas do dia sete de setembro sempre foram eventos memoráveis, onde todas procuravam dar o máximo de si pra o sucesso pleno do evento.

Em 1979 Vania concluiu o ensino Basico na mesma escola, ou seja da 5ª série ao primeiro ano do ensino Basico ela estudou sequencialmelmente no Ginásio Paroquial sr Menino Deus.


No ano de 1980 Vania foi residir na cidade de Juazeiro do Norte – Ceará, onde concluiu o 2º e o terceiro pedagógico na escola Normal Prof. Moreira de Souza.

No ano de 1985 prestou vestibular para o curso de Pedagogia no Centro de Formação de Professores – Campus V – Cajazeiras PB-, tendo aprovação e, durante o período de 1985 a 1988 passou a residir em Cajazeiras, onde concluiu o seu curso de pedagogia no ano de 1988.

No ano de 1988 a Srta Vânia Campos contraiu casamento com o Jovem José Menezes a cerimônia teve lugar no Sitio Varzea de Pedra na residência dos pais de Vania campos, tendo como celebrante o então pároco de Aurora Frei Jeremias Saraiva Teles.

Após casamento, a Sra Vania Campos passou a morar na Vila Paulo Gonçalves em Aurora.

Em 1989 nasceu um casal de Gêmeos, Danúbio Campos Menezes e Denise Campos Menezes.

No ano de 1992 foi convidada para substituir a professora Francisca Tavares Ramalho na Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra por um periodo de 2 meses.

No ano de 1993 e 1994 foi contratada pela Escola Tabelião José Pinto Quezado como professora temporária.

No ano de 1995 e 1996 foi contratata pela Escola Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra como professora temporária

No ano de 1996/ 1997 – fez o curso de Pós Gradução em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO.

No ano de 1997 prestou concurso público na Rede Oficial de Educação do Estado do Ceará para professores.


No ano de 1998, aṕós aprovação em concurso público foi lotada na Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra, Escola pertencente a Rede Pública Estadual de Ensino.

A professora vânia, agora, como professora da Rede Pública Estadual do Ceará passou a ser orientadora de Aprendizagem no Programa Telensino ofertado pelo Estado do Ceará e na Sequência o Telecurso 2000 no Tempo de Avançar no Ensino Fundamental e Médio; na sequência a professora passou a lecionar a disciplina de língua portuguesa no Ensino Fundamental. Registre-se em tempo hábil que todas as atividades da professora Vânia Campos, após concursada foram realizadas na Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra; Escola pertencente a Rede Pública  Estadual de Ensino Localizada na Rua Cel José Leite s/n no Bairro do Araçá - Aurora - Ceará

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Laboratório em Movimento. Sitio Agrovila – Escola Francisco André de França.










Hoje a tarde  a equipe do  Laboratório de Ciências sob a coordenação dos professores  Francisco Auricélio Fernandes e Luiz Domingos de Luna  para dar inicio  ao projeto  itinerante, desta  feita  será uma apresentação na Escola Francisco André de  França, escola pertencente a Rede Pública Municipal de Ensino localizada no Sitio  Agrovila neste município,   o projeto Laboratório em movimento é uma realidade que veio para ficar e,  dentro do contexto biológico sobre  as células animais e vegetais numa interatividade entre professores, alunos, monitores, e, enfim, todos participando para a disseminação do conhecimento biológico, essencialmente sobre  o estudo das Células Animais e Vegetais.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

MONSENHOR VICENTE BEZERRA GANHA IV MOSTRA REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL- CREDE 20


Com o titulo do projeto “Uma gota a menos é uma gota a mais” a E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra consegui ganhar a IV mostra regional de Educação Ambiental – CREDE 20 ano 2015.


O projeto foi baseado na problemática da agua principalmente no reservatório de água da cidade de Aurora o: Açude Cachoeira além do projeto em si também foi apresentado um aplicativo para plataforma web, elaborado pelos alunos e professores e desenvolvido por Matheus Ramyres, Izaquiel Silva e Erlânio Freire ambos graduandos do curso de Análise e desenvolvimento de Sistemas, utilizando JavaScript, HTML5 e CSS3.

Foi também exposta uma maquete sobre a reutilização da água construída pelos alunos e também foi mostrado o processo de tratamento da água e realizado o teste do PH.


Conseguindo ficar em primeiro lugar os alunos agora irão participar da 2ª etapa na capital do estado Fortaleza que acontecerá nos dias 04 e 05 de novembro de 2015.Redação Erlânio Freire

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Gota Boy: Um game viciante

Para acessar o jogo acesse : www.auroranoticias.com/gotaboy

UMA GOTA A MENOS É UMA GOTA A MAIS.

Uma gota a menos é uma gota a mais

Cícero Gustavo Alves Barbosa*
José Lucas Alves França*
Lucas Fernandes de Santana*
Vera Lúcia Alves de Oliveira*
 A cidade de Aurora CE é servida atualmente pelo reservatório único nominado de AÇUDE CACHOEIRA que tem como finalidade além da irrigação das localidades próximas ao açude, o abastecimento de água da cidade de Aurora.
 Diante da atual crise vivenciada com o Açude Cachoeira, onde dados revelam que o mesmo conta com o nível muito a baixo de sua capacidade, torna-se indispensável repensarmos nossas práticas, quanto à utilização da água, propondo seu uso de forma racional.
                 A Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra da cidade de Aurora-CE tem como propósito aprofundar as discussões e as ações de sustentabilidade, proporcionando a todos os aurorenses uma diversidade de experiências, através da participação ativa, além de verificar, desde o processo de captação ao consumo se há desperdício e se a água está apta para o uso contínuo e bem estar da sociedade.
          Com o desenvolvimento deste trabalho procura-se compreender a importância da preservação da água para todos os seres vivos e mostrar a necessidade de mudanças nos hábitos do ser humano e dos governos com relação à utilização da água, tendo em vista o respeito e a capacidade dos recursos hídricos.
            Procuraremos também, conscientizar toda a população sobre as questões relativa à água, despertando-os a agirem de forma autônoma com atitudes e valores voltados a conservação e valorização do meio ambiente.
            Palavras chave: Água. Vida. Conscientização. Ação. Sustentabilidade 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ESCOLA MONSENHOR VICENTE BEZERRA - A NOSSA HISTÓRIA.

O mais antigo estabelecimento de Ensino da cidade de Aurora teve como origem o nome de Escolas Reunidas da Vila Aurora, sendo comprovada a existência da mesma com o livro de frequência dos alunos. 

Havia na cidade pequenas escolas como: A Escola de Nazaré Brigida, Joanita Campos, que funcionavam em um salão na Rua Santos Dumont. Existia também as escolas das senhoras Dalila Quezado, Maria Bernadete de Sá da Silveira e Adília Oliveira Lôbo que funcionavam nos sobrados da Antiga CNEC e outras na Sociedade Beneficente Aurorense com o nome de escola Beneficente e na praça da estação recebendo o nome de Escola Elementar Noturna.

No decorrer dos anos de 1927 à 1933 essas escolas foram fiscalizadas por: José Alves de Figueiredo Filho, Moreira de Sousa, Pe. Vicente Augusto Bezerra, José Militão de Albuquerque. A Primeira Diretora das escolas reunidas foi: Adília Oliveira Lôbo no período de 01 de fevereiro de 1934 á 06 de maio de 1955. 

Em 1944 José Leite Gonçalves e Romão Barreto Sabiá, doaram um terreno ao Estado no bairro Araçá para a construção do futuro prédio escolar.

De 1946 à 1948 foi construído o prédio do Estado, onde fora transferida todas as escolas reunidas de Aurora.

Em 15 de março de 1956 foi assinado o ato do Governador, transformando Escolas reunidas de Aurora a categoria de Grupo Escolar. Onde foi homenageado o vigário da paróquia Monsenhor Vicente Bezerra, ficando o mesmo como Patrono da Escola, passando a Escola a ser chamada: Grupo Escolar Monsenhor Vicente Bezerra. Conforme Diário Oficial de 17 de março de 1956. 


Tendo como Diretora a professora Maria Laisce Gonçalves Quezado Santos.

Em 17 de outubro de 1975 passou de Grupo Escolar para Escola de 1º Grau Monsenhor Vicente Bezerra, a mesma foi transformada através de decreto: 11493, DO de 30/10/1975. Tendo como diretoras as Professoras: Maria Laisce Gonçalves Quezado Santos, Maria Tavares Leite Gonçalves, Ivanilde Leite Gonçalves, Maria Gorete Belém de Macêdo Freire, Maria Aurineide Fernandes Peixoto e voltando novamente Maria Tavares Leite Gonçalves.Neste período a escola trabalhou com a série do Pré-escolar, ensino fundamental de 1ª a 8ª série e o Telensino.

Em 1996 a escola recebe a denominação de Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra, conforme decreto Nº 24.153 de 17 julho de 1996, tendo como Diretoras: Maria Tavares Leite Gonçalves e Maria Irenilde Barbosa Leite.Neste período a escola trabalhou as seguintes modalidades de ensino: CICLO – SALA DE ACELERAÇÃO – TELENSINO – CURSO CIENTÍFICO, EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, TEMPO AVANÇAR FUNDAMENTAL E MÉDIO.A avaliação diagnostica dos alunos, aplicada nesta unidade escolar, está pautada na orientação da Seduc e normatização do Conselho de Educação do Ceará.O princípio norteador deste educandário está baseada numa escola livre e democrática com a participação ativa do Núcleo Gestor, Professores, Funcionários, Alunos, Conselho Escolar, Grêmio Estudantil e principalmente com a introdução participativa da Família, com todo este elenco, nos propicia a sonhar e sobretudo realizar um ensino de qualidade.A gestão está antenada aos princípios norteadores de liberdade, igualdade, acesso, sucesso e permanência dos alunos.Uma escola que atravessou décadas de ensino que conviveu com todos os regimes de governo, experimentou todas as tendências pedagógicas e que forjou homens que brilham no cenário nacional e que completa 82 anos de existência chega ao novo milênio revigorada por algumas ações desenvolvidas no seu dia-a-dia que nos credencia a dividir com as demais escolas a nossa história de vida e de lutas em prol de um ensino de qualidade.Atualmente a escola conta com um universo de 816 alunos, assim distribuídos nos três turnos: 329 alunos do ensino fundamental, 487 alunos do ensino médio e a modalidade normal, 28 professores, sendo 09 efetivos e 19 temporários, 07 funcionários administrativos, 02 auxiliares de serviços gerais, 01 terceirizado, 01 diretor geral e 01 coordenador escolar.A escola trabalha com o ensino fundamental maior, ensino médio e o curso normal profissionalizante para aluno ingresso do ensino fundamental e do pós-médio.A escola tem na sua estrutura física, sala da diretoria, secretaria, cantina, banheiros masculino e feminino, sala de multimeios, laboratório de informática, laboratório de ciências, sala dos professores e 07 salas de aulas funcionando nos três turnos; além de um pátio coberto e um descoberto.A escola trabalha em parceria com a secretaria de Educação Municipal, esta sobre a jurisdição da CREDE 20 e da SEDUC. Recebe recursos do FUNDEF, FUNDEB PNAE, PROJETO ALVORADA E FNDE.Os Indicadores do ano de 2008:A escola trabalha projetos elaborados no conjunto de professores priorizando as datas comemorativas, como dia das mães, pais, estudantes e professores, na área de linguagem e códigos, trabalha os clássicos da nossa literatura, trabalha também O OSCAR DA APRENDIZAGEM, que é um projeto que valoriza a aprendizagem dos alunos no final de ano que atingiram nota igual e superior a 9,0 em todas as disciplinas a premiação se dá com a participação dos pais e convidados, na ocasião os alunos recebem comenda e medalhas de honra a mérito. Outro projeto é o conselho escolar que se reúne a cada bimestre para diagnosticar os avanços e dificuldade na aprendizagem dos alunos. Este ano a escola participou da avaliação do PISA ( Programme for International Student Assessment) que é um Programa Internacional de Avaliação de Alunos, que envolve mais de 65 países participantes, além da participação na OBMEP ( Olimpíada Brasileira de Matemática ), do SPACE, da PROVA BRASIL e do ENEM.Apesar da escola esta situada no bairro mais carente da cidade e ser composta por pessoas simples e humilde verificam-se uma participação efetiva da família na escola e do Conselho Escolar. A escola serve como farol para toda a comunidade e é com orgulho que ela ( comunidade diz ) faço parte da família monsenhor.Este ano a escola tem como núcleo gestor a diretora: professora Francisca Edvania Tavares, coordenadora escolar: a professora Fátima Pereira da Silva e secretaria Francisca Auristela Fernandes França. Tendo como um dos objetivos alavancar ainda mais o seu quadro de professores oferecendo-os cursos de capacitações tanto na área pedagógica como disciplinar; e ainda, apresentar mais projetos que envolvam mais a participação do aluno, como por exemplo: o Projeto Festa na Roça, o Soletrando, Xadrez, o Oscar da Aprendizagem, a Rádio, etc.

Luiz Domingos de Luna Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra - Aurora - Ceará.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

MONSENHOR NA LINHA DO TEMPO

Ingrid Ferreira da Silva. Autora do Projeto.     


TÍTULO: MONSENHOR NA LINHA DO TEMPO

Autora: Ingrid Ferreira da Silva.

Ementa: que todos os alunos que passaram pelos bancos da Escola Monsenhor Vicente Bezerra, e que hoje exercem função de relevância para a sociedade, favor entrar em contato com Ingrid Ferreira da Silva E-mail: ingridferreira922@gmail.com, ou tel: 35433903. Para participação do quadro “ Galeria dos filhos ilustres do Monsenhor”

Objetivo: fazer com que os alunos e comunidade conheçam a história da nossa escola, para que nada se perca ao longo do tempo.

Justificativa:

Esse projeto vem ao encontro do resgate da história da escola, pois se não o fizermos, corremos o risco de que toda a caminhada até aqui percorrida, se perca ao longo do tempo.
Essa pesquisa veio num momento de suma importância para formarmos uma coletânea e arquivamos até mesmo para futuras pesquisas de alunos que ainda virão estudar nesta escola.
Essa pesquisa terá participação dos primeiros alunos e professores que ingressaram na escola a 88 anos atrás. Teremos também um relato de todos os diretores e suas atividades, execuções de projetos e fatos importantes acontecidos durante suas gestões.

Metodologia:

Entrevistas e depoimentos com os primeiros alunos que ingressaram na escola
Documentário dos antigos diretores
Busca de fotos e filmagens comemorativas ou de atividades de projetos desenvolvidos dentro e fora do estabelecimento.
Resgate do trabalho desenvolvido por cada diretor através da linha do tempo.
Desta forma poderemos trazer a tona para o conhecimento de todos muitos acontecimentos importantes, que infelizmente já foram esquecidos

Cronograma:

AGOSTO
Elaboração do material cronológico, pôster e demais materiais para a exposição.
Elaboração do texto para explicação ao público. Escolha e treinamento dos alunos.
SETEMBRO
Exposição na VI feira de ciências e cultura.

Conto com a colaboração de todos
Ingrid Ferreira Silva, autora do projeto.