domingo, 6 de outubro de 2013

EDUCAÇÃO – O CONTÁGIO DA SALA DE AULA.

FOTO: Campus Bom Jesus UFPI. FONTE: internet.


Luiz Domingos de Luna*

A educação é um processo e, enquanto, há a necessidade de ser pensado, questionado, problematizado, atualizado, pois a função maior da educação é servir e servir bem a sociedade, uma sociedade bem educada produz sempre frutos positivos em todas as suas dimensões, porém é ilusória a busca de uma solução mágica para a solução da educação na eternização do tempo; pois a sociedade é mutável, está em constante mutação; assim não dá para resolver problemas novos com a lente transparente do passado, nem tão pouco problemas velhos com a lente translúcida do agora, urge assim, a necessidade de que a cada presente, existiu um  passado que não volta mais, bem como um futuro que não chegou ainda.

Há uma predisposição imediata de se encontrar um culpado para algo que não deu certo, ou aplausos para o que esta dando, nada mais falso e enganoso, pois o que deve ser feito é um mapeamento completo do nascedouro a foz no processo educacional.

É comum dizer que os alunos adoram a escola, mas detestam a sala de aula, porem é difícil encontrar alguém para questionar ou relativizar este paradoxo de {Amor a Escola} e {Ojeriza a sala de Aula}. Existe uma preocupação por parte de todos os integrantes no sentido de tornar o ambiente da sala de aula mais aprazível, ou seja, existe uma preocupação em tornar a sala de aula um local ideal de interação na construção da história do próprio aluno ?.

O Aluno no seu dia a dia sente falta da sala de aula ? Durante os finais de semanas os alunos comentam sobre a sala de Aula ? Os alunos estão torcendo para chegar à segunda feira para entrarem em sua querida sala de aula? Há ou não este prazer? Se não há por que não há? 

Ficaria mais fácil o processo ensino aprendizagem se os alunos estivessem seduzidos pela sala de aula? 

Como fazer para que a sala de aula seja uma ferramenta sedutora, um complemento ungido de fluidos positivos e aromáticos no processo formativo dos alunos?

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra - Aurora – Ceará.

Sala de Redação do Blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra TEL: (88) 35433903. Email: monsenhorbezerra@yahoo.com.br

terça-feira, 1 de outubro de 2013

CHAPADA DO ARARIPE – POR DR. LUIZ CARLOS AQUINO PEREIRA*.

FOTO: DR.LUIZ CARLOS AQUINO PEREIRA.
CARACTERISTICAS GERAIS DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO IMÓVEL.

As potencialidades naturais e econômicas da Microrregião Cariri se constituem em significativas vantagens comparativas no contexto não apenas do Estado do Ceará, mas do Nordeste como um todo. A disponibilidade de solos profundos, bem drenados, férteis ou com pequena restrição de fertilidade permite a exploração de culturas diversas, associadas a agroindústrias agregadoras de valores. 

Os acidentes geográficos favorecem a suavidade do clima, agradável nas encostas da Serra do Araripe e quente em outras áreas, mas, de modo geral, aprazível.

O acervo paisagístico, combinado com o clima agradável de uma região serrana e com toda uma infra-estrutura de balneários dinamiza o Setor do Turismo. Sem falar na riqueza cultural, em suas várias manifestações, e nas potencialidades do turismo científico em um dos mais ricos sítios arqueológicos do País – a Reserva Fossilífera da Chapada do Araripe. Ademais, não se pode deixar de destacar a importância do turismo religioso, centrado na figura do Padre Cícero, que atrai devotos de várias procedências.
 

Por sua vez, a posição estratégica em relação às capitais nordestinas, transforma o Cariri num importante Pólo Comercial do Nordeste, “com fácil acesso a um mercado de mais de 40 milhões de consumidores”. Neste caso, tomando como eixo central o aglomerado urbano formado pelas cidades vicinais de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, onde está concentrado um considerável parque industrial, além do exuberante setor de serviços.
 

Numa dimensão ambiental ou ecorregional, o município de Jardim é parte integrante da CHAPADA DO ARARIPE; um extenso planalto situado entre os estados do Ceará, Pernambuco e Piauí. Nessa Biorregião, o clima vai de tropical quente sub-úmido a tropical quente semi-árido brando, a depender da altitude e da longitude.

Também obedecendo a este gradiente submete-se a precipitação média anual, que varia de 698mm no setor ocidental a 934mm no setor oriental; mas acima dos 1.000mm sobre as chapadas mais altas. O período chuvoso ocorre entre dezembro e maio.

No topo da chapada predomina os Latossolos, bem formados, profundos, de fertilidade natural baixa e textura arenosa a areno-argilosa, com acentuada drenagem, a ponto de disponibilizar pouca água de superfície. Aliás, a água que se infiltra sobre a chapada corre por baixo do solo até emergir nas encostas dando origem às inúmeras fontes d’água que embelezam o Vale Caririense. Na cuesta, há uma maior diversidade de tipos de solos, que ainda apresentam em geral maior fertilidade natural do que os Latossolos do topo. A altitude varia de 700 a 950m em relevo tabuliforme. Quanto à vegetação, ocorre a Floresta Pluvial (basicamente nas encostas da chapada) além de formações caracterizadas pela transição Floresta/Cerradão, Cerrado e Carrasco.

Desempenhando importante papel na manutenção do equilíbrio ecológico, climático, hidrológico e edáfico do Complexo Sedimentar do Araripe encontra-se a FLORESTA NACIONAL DO ARARIPE – FLONA; a primeira Unidade de Uso Sustentável criada no Brasil (Decreto 9.226, de 02.05.1946). Tem uma área territorial de 39.262,326 hectares, abrangendo parte dos municípios de Santana do Cariri, Crato, Barbalha e Jardim. Em sua relevante importância de exploração sustentável a FLONA fornece alimento (pequi, cajuí, mangaba, etc.), energia (material lenhoso seco) e remédio (fava-d’anta ou faveira, janaguba, barbatimão); além da atração turística pela recreação e lazer, educação ambiental, pesquisa científica, etc.

No aspecto socioeconômico a região caracteriza-se pela presença de atividades extrativas (produtos florestais não madeireiros e plantas empregadas com fins alimentícios, medicinais e ornamentais), agropecuárias (cana-de-açúcar, abacaxi, mandioca, fruticultura, gado leiteiro, apicultura, ovinocaprinocultura etc.); industrias de transformação (gesso, couro e calçados, indústrias de alimentos, têxteis e farmacêuticas); artesanato, comércio e serviços; vida cultural e religiosa (romarias e peregrinações); turismo etc.
Com relação ao extrativismo, as comunidades extrativistas ali encontradas, ao longo de décadas vêm utilizando a Fava-d’anta, também chamada de Faveira (Dimorphandra gardneriana), o Pequi (Caryocar coriaceum Wittm.) e a Janaguba (Hymathanthus articulatus). É o extrativismo da fava-d’anta o de maior importância econômica, dado o grande interesse da indústria farmacêutica.

A rutina, substância bioflavanóide presente nas vargens, “desempenha função na normalização da resistência e permeabilidade das paredes dos vasos capilares” e é totalmente demandada pela empresa alemã MERCK. Também de relevante importância econômica e social está a cata do pequi, cujos frutos são utilizados na alimentação humana e para extração do óleo. Por outro lado, “a elevada demanda do mercado aumenta a pressão sobre as populações naturais das espécies, visto que todo produto comercializado é oriundo do extrativismo. Apesar de décadas de extração, não se verifica o desenvolvimento de estudos (ecologia, demografia, dinâmica de populações etc) que avaliem o impacto da extração sobre as populações naturais das espécies envolvidas de forma a assegurar a sustentabilidade dessas atividades extrativistas.

(*) Dr. Luiz Carlos Aquino Pereira é Engenheiro Agrônomo do INCRA- FORTALEZA com Mestrado em Economia Rural pela Universidade Federal do Ceará-UFC.

Sala de Redação do Blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra- Aurora (CE). Tel. (88)35433903 Email: monsenhorbezerra@yahoo.com.br

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Grande Festa marca Cariri Cangaço em Aurora

Numa noite de celebração Aurora promoveu um verdadeiro reencontro do passado com o presente, através de mais uma edição do Seminário Cariri Cangaço. Uma discussão que trouxe como tema a célebre e controversa história de Marica Macedo do Tipi. Ela que ao lado de D. Fideralina de Lavras da Mangabeira compôs a histórica dupla de matriarcas do Cariri Oriental, razão porque não foi à toa que ficaram  também conhecidas sob a alcunha de  "as coronelas de saia" do sertão.

Na sua fala o prefeito Adaílton Macedo ressaltou a importância do CC  para o fortalecimento da história de Aurora e da região, assim como da figura histórica de Marica Macedo, o que também foi enfatizado pelo secretário de cultura José Cícero. 

 Prefeito Adaílton Macedo, entre José Cícero e Manoel Severo
Penitentes de Aurora, na abertura do Cariri Cangaço em Aurora

Já o curador Manoel Severo, além de elogiar a organização do evento local também ressaltou o papel de Marica Macedo na história do Cariri, assim como destacou o empenho do prefeito Adaílton e do secretário José Cícero durante as três edições em que Aurora sedia o acontecimento. Na mesa dos debates, também se pronunciaram a Drª Juliana Ischiara, de Quixadá, Dr. Lamartine Lima, de Salvador e o Dr. Ivanildo Silveira de Natal, ambos foram unânimes  quanto a interessante história de Marica Macedo, bem como na formidável explanação do palestrante da noite. Todos também elogiaram  a Cidade e a organização do evento.

A explanação acerca da história de Marica, ficou a cargo do seu neto, o Dr. Vicente Landim de Macedo radicado na capital federal há mais de meio século. Uma palestra, por sinal, das mais ricas e esclarecedoras  para todos os que desejam sempre aprender um pouco mais sobre os acontecimentos marcantes tanto de Aurora quanto dos sertões do Cariri e do Nordeste. Algo que jamais poderia ser dispensado, principalmente pela comunidade acadêmica, estudantes, professores e formadores de opinião de um modo geral.

 Dr. Vicente Landim Macedo, conferencista da noite em Aurora
Mesa de debates: José Cícero, Lamartine Lima, Juliana Ischiara e Ivanildo Silveira

O auditório da escola técnica ficou literalmente  pequeno diante do grande número de pessoas que compareceu ao evento, além de pesquisadores nordestinos e familiares da homenageada. Uma grande caravana  de entusiastas dos temas sertanejos e lampiônicos capitaneada pela curadoria do Cariri Cangaço também compareceu ao seminário. Sem que antes realizaram visitações técnicas ao antigo casarão do clã Macedo na vila Tipi e a famosa  fazenda Ipueiras que um dia pertenceu ao coronel Isaías Arruda. 
A comitiva também visitou a antiga estação ferroviária, local do atentado contra o cel. Isaías Arruda em agosto de 1928. Em seguida, o Casarão da Rffsa sede da secretaria de cultura e turismo. Figuras ilustres e reconhecidas do tema do cangaço e da história dos sertões  estiveram presente em Aurora participando do acontecimento, dentre as quais o Dr. Lamartine de Lima, a antropóloga e professora da UERJ Luitgarde Oliveira Cavalcanti  Barros, o renomado escritor do cangaço Antonio Amaury Correia, Archimedes Marques, Antonio Villela, os pesquisadores Kydelmir Dantas e João de Sousa Lima entre muito e muitos outros. 

Família Cariri Cangaço visita o Distrito do Tipi, de Marica Macedo
Casais Lamartine Lima e José Cícero, ao lado de Manoel Severo

No aspecto das atrações culturais, destaques para a notável participação do grupo dos Penitentes da Ordem Santa Cruz de Aurora que abriu o evento, seguida da dupla de violeiros da terra - uma das mais jovem do Nordeste - formada pelo irmãos  Alex Luna e Edivânio Luna do sítio Oiticica, cuja performance agradou e encantou a todos os que estavam presentes. A curadoria do Cariri Cangaço também homenageou ao final , o prefeito Adailton Macedo, o Dr. Marcolino Lira, o Dr. Vicente Landim de Macedo e a filha do coronel Isaías Arruda, dona Orlandina Bruno Arruda de Figueiredo.
Após a solenidade, o município ofereceu a todos os convidados e visitantes uma belo jantar regado a muito forró de pé de serra animado pelo Trio Forró Pesado nas dependências do Centro Social Urbano na vila Paulo Gonçalves. A ornamentação centrada na temática sertaneja tanto do auditório quanto do CSU  foram itens que chamaram a atenção dos presentes, em virtude do esmero e da elegância com que foram confeccionados e construídos uma trabalho da equipe da Secult-Aurora.

 Lamartine Lima, Manoel Severo e Vicente Landim  de Macedo
Prefeito Adailton Macedo recebe título do Cariri Cangaço por José Cícero

Na mesma oportunidade o Dr. Vicente Landim de Macedo apresentou o seu novo trabalho literário - 'Tipi, de arbusto à distrito' - que foi oficialmente lançado no dia seguinte, sábado, dia 21 na comunidade do Tipi com apresentação dos repentista mirins Alex e Edivânio. Onde também ocorreu a celebração de uma missa na capela local oficiada pelo bispo Dom Fernando Panico.
O Cariri Cangaço que teve início no último dia 17 de setembro, ocorre em sete municípios caririenses tratando dos mais diferentes assuntos intimamente ligados à temática sertaneja e nordestina. Um acontecimento que, conforme opinou o secretário José Cícero "de tão festejado, eclético, rico e participativo já começa a deixar saudades...Um verdadeiro marco no calendário festivo e cultural da região. Algo que no seu conjunto expressa as grandes qualidades sul cearenses, tendo como pano de fundo a própria realidade das gentes do Nordeste nas suas agruras, resistência, sofrimento, arte, cultura e valentia. E que igualmente projeta e evidencia no além-fronteiras as artes, os valores e a história de todos os municípios envolvidos. Que venha logo 2014", disse.
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Do site www.cariricangaco.com
e www.blogdaaurorajc.blogspot.com

Cariri Cangaço 2013
20 de setembro
Aurora, Ceará

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Marica Macedo do Tipi: Brava Sertaneja d’Aurora

Por José Cícero*
Contemporânea da intrépida lavrense Fideralina Augusto Lima, Generosa Amélia da Cruz em Santana do Cariri;  além dos feitos e ações que nos remetem até mesmo a  heroína Bárbara de Alencar;  Maria da Soledade Lamdim – Marica Macedo do Tipi compôs com folga de mérito e valentia o histórico quarteto  das chamadas matriarcas dos sertões do Cariri. Filha de João manuel da Cruz(Joca da Gameleira) e de dona Joaquina de Sales Landim(D.Quinina) ambos descendentes dos "Terésios".
Nasceu ao que tudo indica no início de 1865  na localidade de Gameleira do Pau na  serra do Araripe  região do Jamacaru (bem ao lado da fazenda  Serra do mato do não menos famoso cel. Santana –  conhecido coiteiro de Lampião)  em Missão Velha. 
Em 1891 após casar com José Antonio de Macedo(Cazuzinha) seu parente, o casal decide ir morar em Aurora  comprando a propriedade do sítio Sabonete onde mais tarde se formaria a vila Tipi; local onde  fixara residência até o fim da vida. A força do seu nome foi muito além  do riacho do Tipi de onde construiu o seu  poder. Que além de político era alicerçado no criatório de gado,  lavoura  de milho, algodão, casa de farinha e  engenho de rapadura. 
Gostava de  idéias  novas e pioneiras. Como por exemplo, quando Antonio Macedo (seu filho), assumiu a prefeitura em 1919 ela ordenou que o município fosse dividido em quatro partes  para facilitar   a administração. Cabendo a ela própria gerir os problemas e os interesses da região que ia do sítio Cobra, Sabonete, Mel e Tipi até à fronteira com a Paraíba. Há quem diga, que fizera inclusive.  uma excelente administração.
Da casa grande, quanto   da bagaceira do eito dava ordem  aos seus comandados com  a mesma autoridade e energia dos coronéis  do seu tempo. Suas determinações tinham verdadeira força de lei. Tornando-se, por conseguinte, uma mulher de invejável poder e respeito não somente no que tange às questões familiares, como inclusive  na política aurorense onde se pontificou por vários anos não, diretamente, mas através de filho,  parentes e aliados.
Esteve no centro de questões emblemáticas, a exemplo do chamado “fogo do Taveira” que redundou  na invasão e saque de Aurora em 1908 por mais de 600 jagunços sob o comando de Zé Inácio do Barro ante os auspícios de quase todos os coronéis da região. Quando foi deposto  por meio das balas o então intendente municipal Antonio Leite Teixeira Neto(Totonho de Monte Alegre) pondo em seu lugar o seu fiel aliado, o cel. Cândido do Pavão. Um episódio que de tão marcante ainda hoje  ocupa lugar de destaque nos anais da história do Cariri, do  Ceará e do Nordeste.
O tal 'fogo do Taveira' aconteceu  entre os dias  16 e 17 de dezembro de  1908 no sítio Taveira de Aurora, situado já nos limites de Milagres  e contíguo ao Barro.  Quando num tiroteio fora morto o seu filho mais novo José Antonio de Macedo(Cazuza) de apenas 14 anos sendo também ferido o proprietário da casa .  Coincidentemente,  mesmo dia e  na mesma ribeira se dava a  polêmica demarcação das célebres  minas do Coxá pertencentes ao padre Cícero Romão Batista.  Objeto de disputa entre o sacerdote e pequenos sitiantes das imediações. O que decerto, contribuiu ainda mais para o acirramento dos ânimos entre a gente do coronel Totonho de Monte Alegre, Marica Macedo, Zé Inácio do Barro e coronel Domingos Furtado de Milagres.
Sabendo disso, Marica   solicitou ajuda a Floro Bartolomeu que se encontrava nas imediações do sítio Maracajá(Pavão) com um grupo jagunços armados até os dentes.  Não querendo participar diretamente do conflito o representante do padre Cícero apenas usou do seu prestígio junto ao então governador do estado -  Nogueira Acióli que ordenara a retira imediata do destacamento policial que dava apoio ao cel. Totonho. O que facilitou ainda mais a estratagema para  a invasão e deposição do então intendente municipal.  Assim, o fogo do Taveira representou  o verdadeiro estopim para a invasão e saque de Aurora, por  cerca de 600 jagunços  a mando dos coronéis da região a pedido de Marica.
Nada acontecia na Aurora do seu tempo, tanto na política quanto nas questões mais comezinhas que não fosse do seu inteiro conhecimento. Influente e respeitada era de fato uma grande liderança. Ao passo que também, tinha a força de juiz, prefeito, delegada, assim como senhora de engenho e conselheira familiar.
Uma mulher sertaneja que, dentre outras qualidades, se notabilizou  sobretudo por está muito além do seu tempo... Morreu supostamente de ataque cardíaco em 6 de janeiro de 1924 na residência de sua filha, localizada  a rua José dos Santos, na beira fresca de Aurora.
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Prof. José Cícero
Secretário de Cultura e Turismo
Pesquisador do Cangaço
e Conselheiro do CC.
Aurora – CE.
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www.blogdaaurorajc.blogspot.com
www.prosaeversojc.blogspot.com

domingo, 22 de setembro de 2013

JOSEFA TORQUATO FIGUEIREDO VIANA – EDUCAÇÃO E DETERMINAÇÃO.

FOTO: JOSEFA TORQUATO FIGUEIREDO VIANA.

Hoje, nós da Nave: HISTÓRIA DOS EDUCADORES DE AURORA vamos analisar os ecossistemas do Planeta Terra na Constelação da Via Láctea, pois,  embora a mil anos luz do Planeta Terra, O Planeta Aquarius, na constelação de Atenas, com os seus habitantes os aquarianos, cujo  objetivo geral e  difundir a paz e harmonia no universo curvo em expansão.

De repente, não mais que de repente a luz vermelha acendeu, o que no nosso manual de bordo significa mudança de rota (direção e sentido) segundo o comando Central da Nave aterrissagem na linda região da Chapada do Araripe no sul do Estado do Ceará, na América do Sul – Brasil; fazer o registro de nascimento de  JOSEFA TORQUATO FIGUEIREDO VIANA no dia 09 de  novembro,1978, no Sítio Boiada município  de Aurora(CE); tendo como  primeira professora Antonia Cecília Freire.

Ensino Fundamental Completo: Colégio Paroquial Sr. Menino Deus, escola pertencente a paróquia de Aurora(CE).

Ensino Médio: Escola de Ensino Fundamental e Médio Tabelião José Pinto Quezado – Aurora (CE); escola pertencente à Rede Pública Oficial de Ensino do Estado do Ceará.

Graduação: Licenciatura em Biologia e Química pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA.

Pós – Graduação:
Psicopedagogia pela Faculdade de Juazeiro do Norte- FJN.
Biologia pela Faculdade de Juazeiro do Norte- FJN.
Gestão Escolar pela Faculdade de Juazeiro do Norte - FJN.

EXPERIÃNCIA PROFISSIONAL

(2001 – 2005) Auxiliar de Secretária na Escola da Rede Pública Municipal – Escola de Ensino Infantil E Fundamental Romão Sabiá- Aurora (CE).

2004 – Professora da Escola particular Pequeno Notável, Aurora (CE).

(2005 -2006) Professora da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Vicente Rodrigues dos Santos no Sitio Calumbi, escola pertencente à Rede Pública Oficial de Ensino do Município de Aurora (CE).

(2008 – 2009) Secretária Titular da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Orlando Leite de Macedo no Sitio Santa Cruz, escola pertencente a Rede Pública Municipal de Aurora(CE).

(2009 -2010) Diretora Geral da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Francisco André de França no Sítio Agrovila, escola pertencente à Rede Pública Oficial de Ensino do Município de Aurora (CE).

2010 – Aprovada em concurso Público para Funcionários e  professores promovido  pelo município de Aurora(CE), lotação Escola de Ensino Infantil e Fundamental Antonio Landim de Macedo.

(2011 -2012) Secretária Titular da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Antonio Landim de Macedo, escola pertencente à Rede Pública Municipal de Aurora (CE).

2013 Secretaria Escolar da Secretaria de Educação do Município de Aurora- Ceará.

Sala de Redação do Blog da Escola Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE). TEL (88) 35433903 EMAIL monsenhorbezerra@yahoo.com.br